2 de dezembro de 2010

Acaso


Não que seja por acaso, mas se caso fosse já foi.
Disse e não disse, me guardei perdida sem ser eu.
Narrei o drama, chorei ao aplausos inoscentes,
e inoscentemente me fargilizei, com a perda do silêncio.
Fui secreta, discreta e lamentável.
Vi o que por trás esocndiam, olhei outra vez,
e ainda assim os olhos pareciam se enganar
virei-me sem ver o que restou,
Fui firme, uma passo de cada vez,
Para onde?
- Saberei quando chegar.
Enquando isso o acaso me conduzirá!


Joice Inácio, 24 de Julho de 2010.

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